sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Manifestação “8 de Janeiro: Nunca Mais” em Sobral relembra ataques à democracia e rejeita anistia a golpistas


Aconteceu nesta quinta-feira (8), no Arco de Sobral, um ato público em defesa da democracia. A manifestação, intitulada “8 de Janeiro: Nunca Mais”, relembrou os ataques golpistas ocorridos em 2023 e reafirmou a rejeição a qualquer tentativa de anistia aos responsáveis pelos crimes contra o Estado Democrático de Direito.

O evento foi organizado por movimentos populares, entidades sociais, sindicatos de trabalhadores, estudantes e partidos políticos. Estiveram presentes diversas lideranças sociais e políticas de Sobral e de municípios circunvizinhos, acompanhadas de suas comitivas, demonstrando a ampla adesão regional à mobilização.


Durante a programação, representantes de entidades sociais, políticas, estudantis e dos movimentos populares dos municípios de Sobral, Meruoca, Massapê, Santana do Acaraú, Jijoca de Jericoacoara, Forquilha, Alcântara e Frecheirinha se pronunciaram, destacando a importância da defesa da democracia e da responsabilização dos envolvidos nos atos golpistas. O ato também contou com apresentações culturais, com shows das bandas Patrícia e Ray, LPO e Resenha do Pagode, reforçando o caráter popular e plural da manifestação.

A mobilização marcou os três anos dos atentados de 8 de janeiro de 2023, considerados um dos episódios mais graves da tentativa de golpe de Estado no Brasil, atualmente julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Naquela data, apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do próprio STF, em Brasília.

 


O 8 de janeiro e seus desdobramentos

Há três anos, milhares de manifestantes marcharam pela Esplanada dos Ministérios, romperam bloqueios policiais e atacaram os prédios dos Três Poderes, exigindo a derrubada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, eleito democraticamente e empossado havia apenas uma semana.

Passados três anos, o STF já condenou 1.399 pessoas envolvidas nos atos golpistas. Os dados foram atualizados nesta segunda-feira (8) pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos. Segundo o balanço, 179 pessoas estão presas: 114 em regime fechado após o trânsito em julgado das condenações, 50 em prisão domiciliar e 15 em prisão preventiva.

As investigações também alcançam o ex-presidente Jair Bolsonaro e 28 ex-integrantes de seu governo, responsabilizados por planejar uma tentativa de golpe para impedir a posse do presidente eleito. Entre os condenados estão ainda cinco ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal, punidos por omissão ao permitirem o acesso dos manifestantes à Praça dos Três Poderes.

A manifestação em Sobral reafirmou que não há democracia sem memória, justiça e responsabilização, reforçando o compromisso popular com o lema que ecoou durante todo o ato: “Sem anistia. 8 de janeiro, nunca mais.”


quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Emerson Cristiano, presidente do PT Sobral/CE, convoca todos para o 8 DE JANEIRO — NUNCA MAIS


Durante entrevista concedida ao programa do radialista Carlos Torres, na Rádio Tupinambá, Emerson Cristiano, presidente do PT Sobral/CE, convocou toda a população para a manifestação 8 DE JANEIRO — NUNCA MAIS, em Sobral/CE.

O Brasil nas ruas pela democracia
No dia 8 de janeiro, o povo brasileiro volta às ruas para afirmar, com coragem e unidade, a defesa da Constituição, do Estado Democrático de Direito e das instituições republicanas. Há três anos, a democracia foi atacada. Hoje, ela é defendida com memória, organização e participação popular.

📍 Arco de Sobral — palco em frente ao Restaurante Tako
🗓 8 de janeiro de 2026
⏰ 19h
✊ Lembrar é resistir.
🚫 Golpe nunca mais.
🇧🇷 Democracia sempre.

MANIFESTAÇÃO EM SOBRAL✊ 8 DE JANEIRO — NUNCA MAIS 🇧🇷


O Brasil nas Ruas pela Democracia No dia 8 de janeiro, o povo brasileiro volta às ruas para afirmar, com coragem e unidade, a defesa da Constituição, do Estado Democrático de Direito e das instituições republicanas. Há três anos, a democracia foi atacada. Hoje, ela é defendida com memória, organização e participação popular. 👉 Convocamos a sociedade civil organizada, movimentos populares, entidades públicas e privadas, representantes dos Três Poderes, trabalhadores, estudantes e toda a população comprometida com a democracia a ocupar o espaço público em um grande ato de afirmação democrática. 

📍 Arco de Sobral — palco em frente ao Restaurante Tako 🗓 8 de janeiro de 2026 ⏰ 19h ✊ Lembrar é resistir. 🚫 Golpe nunca mais. 🇧🇷 Democracia sempre.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

PT convoca manifestação nacional pela democracia no dia 8 de janeiro

O Partido dos Trabalhadores (PT) convocou, neste domingo (4), uma manifestação nacional em defesa da democracia, marcada para a próxima quinta-feira, 8 de janeiro, em Brasília. O ato ocorrerá às 10h30, na Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto.
Em publicação nas redes sociais, o partido destacou a importância da memória e da resistência democrática. “Ocuparemos as ruas e a Praça dos Três Poderes. Lembrar é resistir. Golpe nunca mais”, escreveu o PT.
As mobilizações marcam os três anos dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro (PL) promoveram ataques às instituições da República, invadindo e depredando as sedes do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os atos, classificados como terroristas, representaram uma grave tentativa de ruptura da ordem democrática. Desde então, o STF tem conduzido o julgamento dos envolvidos. Até o momento, 810 pessoas já foram condenadas, segundo dados apresentados pelo ministro Alexandre de Moraes, relator das ações. Outras 346 ações penais ainda tramitam na Corte.
Além disso, os ataques de 8 de janeiro fazem parte de uma investigação mais ampla sobre a trama golpista, um plano articulado antes dos acontecimentos, que já resultou em 29 condenações anunciadas pelo STF.
A manifestação convocada pelo PT busca reafirmar o compromisso com a democracia, a memória histórica e a responsabilização dos envolvidos, reforçando que não há espaço para golpes ou retrocessos no Estado Democrático de Direito.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Intervenção na Venezuela: O retorno do imperialismo dos USA à América Latina

 


Em entrevista no sábado (3), sobre as implicações regionais da operação militar realizada na Venezuela, que culminou na captura de Nicolás Maduro. O Presidente dos USA, Donald Trump, defendeu a intervenção militar e elevou o tom contra países da América Latina. Sinalizando uma postura de confronto. Também direcionou críticas ao presidente colombiano, Gustavo Petro, tratado como aliado do governo venezuelano e fez advertências aos governos do México, da Colômbia e de Cuba, ampliando a tensão diplomática na região. 
Isso demonstra que o avanço dos Estados Unidos sobre a Venezuela não é um fato isolado, nem um desvio circunstancial associado à figura de Donald Trump. Trata-se da retomada explícita de uma lógica histórica de dominação imperial sobre a América Latina, agora reembalada sob os discursos da “segurança”, do combate ao crime organizado e do controle migratório. A ofensiva atual evidencia que a ruptura simbolizada pela derrota da Alca (Área de Livre Comércio das Américas), em 2005, foi real, porém jamais definitiva.

A Alca, proposta pelos Estados Unidos nos anos 1990, pretendia criar uma ampla zona de livre comércio envolvendo quase todos os países do continente, com exceção de Cuba. Embora apresentada como um projeto de integração econômica, seu objetivo concreto era aprofundar a dependência estrutural das economias latino-americanas, beneficiando majoritariamente as grandes corporações, as multinacionais e o capital estadunidense.



Naquele momento histórico, governos progressistas liderados por Hugo Chávez, Néstor Kirchner e Lula, marcou o auge de um ciclo de afirmação soberana na região. O “Não à Alca” representou mais do que a rejeição a um acordo comercial: foi a recusa coletiva a um projeto de subordinação econômica, política e social aos interesses do imperialismo. Ao mesmo tempo, a concentração estratégica de Washington no Oriente Médio abriu espaço para experiências de integração regional, como o fortalecimento do Mercosul, a criação da Unasul e da Celac, além da ampliação das relações Sul-Sul.

Entretanto, o refluxo desse ciclo progressista, somado à fragmentação política regional e à ofensiva das elites locais, criou as condições para a restauração da influência direta dos Estados Unidos. A ausência de uma estratégia regional coordenada, aliada às crises de segurança, migração e desigualdade social, forneceu o terreno fértil para o retorno do intervencionismo. Trump apenas radicalizou uma política histórica, tornando-a mais explícita, mais agressiva e menos disfarçada por retóricas diplomáticas.

A chamada “crise da segurança pública”, amplamente explorada pela direita, possui raízes profundas no próprio modelo econômico imposto à região, na guerra às drogas patrocinada pelos Estados Unidos e na destruição sistemática de políticas sociais. A militarização dos territórios pobres e a naturalização da violência estatal são expressões diretas do esgotamento de um modelo que produz exclusão e desigualdade.

Ao mesmo tempo, a esquerda latino-americana, enfrentando os impactos acumulados do neoliberalismo, da desigualdade social e da ofensiva permanente das elites econômicas e dos grandes conglomerados de mídia, encontrou dificuldades para consolidar, uma alternativa sólida, popular e duradoura. Esse vazio foi rapidamente ocupado por projetos conservadores e autoritários, que se apresentaram de forma oportunista como resposta ao descontentamento social, desviando o debate das causas estruturais da crise. A normalização da repressão, as mortes em operações policiais e a militarização do cotidiano revela o grau de desesperança produzido por décadas de exclusão social.



No caso venezuelano, o bloqueio econômico, as sanções e a sabotagem internacional agravaram uma crise que assumiu dimensões humanitárias e migratórias. As acusações seletivas dos Estados Unidos ao governo de Nicolás Maduro, ao mesmo tempo em que ignoram o papel central das sanções, escancaram que a intervenção norte-americana jamais teve como objetivo a democracia ou a defesa dos direitos humanos. O sofrimento do povo venezuelano vem sendo sistematicamente instrumentalizado como ferramenta de guerra política e econômica, servindo de pretexto para justificar uma nova ofensiva imperialista sobre a Venezuela e, por extensão, sobre toda a América Latina.

A fragmentação da esquerda diante da crise venezuelana, a hesitação em defender uma saída política negociada, soberana e sem ingerência estrangeira, bem como a incapacidade de construir uma narrativa comum contra o imperialismo e o neoliberalismo, contribuem para enfraquecer ainda mais o campo progressista no continente.

Enquanto isso, setores da direita latino-americana — como o governo Milei, na Argentina — não apenas aceitam, mas celebram a tutela dos Estados Unidos, aprofundando a dependência econômica e política e criminalizando qualquer projeto de soberania nacional e justiça social.

 

A atual ofensiva de Washington ocorre em um contexto de fragilidade econômica regional, no qual chantagens financeiras, sanções e pressões comerciais tornam-se armas políticas. Trump explora essa vulnerabilidade para interferir em processos eleitorais, fortalecer aliados ideológicos e aprofundar a polarização, corroendo as bases da democracia. A crença de que intervenções externas poderiam “salvar” países da violência ou da crise revela, na verdade, o esgotamento do pacto social em grande parte da América Latina.

Não se trata apenas de Trump, nem de um fenômeno passageiro. O peso crescente da migração latino-americana nos Estados Unidos, a disputa geopolítica com a China e a reorganização do capitalismo global recolocam a América Latina no centro das disputas imperiais. Ignorar essa realidade constitui um erro estratégico grave.

Diante desse cenário, a tarefa histórica da esquerda latino-americana é ampliar sua capacidade de articulação regional, enfrentar com coragem o debate sobre segurança pública sem ceder ao autoritarismo e reconstruir um projeto soberano de desenvolvimento, baseado na justiça social, na integração regional e na autodeterminação dos povos. 


A alternativa ao imperialismo não virá de fora. Como já ensinou a experiência do “Não à Alca”, somente a unidade popular e continental pode abrir caminhos para um futuro verdadeiramente democrático e emancipador.

sábado, 3 de janeiro de 2026

Nota de PesarJacinto Pereira de Souza: Sempre presente!

Na madrugada deste sábado (03/01/2026), aos 70 anos, partiu para além das estrelas Jacinto Pereira de Souza. Natural do distrito de Cavalo Bravo, no município de Cruz/CE, Jacinto foi um homem de família, que sempre valorizou os laços familiares, as amizades e a convivência comunitária.
Residiu em Sobral por muitas décadas, onde se tornou conhecido por sua atuação ética e dedicada como servidor da Polícia Rodoviária Federal.
Na área da comunicação, atuou como comentarista e apresentador de programas radiofônicos voltados às notícias sociais e políticas e conteúdo digital em Sobral.

No jornalismo, escreveu artigos para diversos periódicos locais, destacando-se ao firmar parceria com o jornalista Jocélio Santos (in memoriam) na edição do jornal “A Folha de Sobral”, periódico quinzenal que marcou presença no cenário local.

Jacinto Pereira também foi pesquisador de fenômenos ufológicos na região de Sobral, onde fundou o CSPU – Centro de Pesquisas Ufológicas, reunindo entusiastas do tema. Elaborou diversos artigos, entrevistou testemunhas e registrou relatos que até hoje despertam curiosidade e reflexão sobre o fenômeno ufológico.

Paralelamente, foi um militante político ativo, filiado histórico do Partido dos Trabalhadores (PT) em Sobral. Atuou como membro e presidente do Diretório Municipal do partido, contribuindo para os debates e articulações locais, sempre alinhado às pautas sociais, democráticas e populares. Sua militância foi marcada pelo diálogo e pela defesa do interesse coletivo.

Nos últimos anos, Jacinto Pereira enfrentava sérias complicações de saúde. Optou por uma vida mais serena no litoral cearense, na praia do Preá, município de Cruz, onde nasceu e escolheu viver seus últimos dias.
Neste momento de dor, o Gazeta Sobral se solidariza com familiares, amigos(as) e companheiros(as) da luta política, manifestando suas mais sinceras condolências.

Que sua história, seu legado e sua luta sigam inspirando gerações.
Jacinto Pereira de Souza: presente!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Análise política: Elmano de Freitas larga em posição de vantagem no Ceará

O cenário político para as eleições de 2026 no Ceará aponta o governador Elmano de Freitas (PT) como o nome mais bem posicionado para disputar a reeleição. A avaliação decorre de uma combinação de fatores que envolvem força institucional, articulação política e coesão do campo governista.
A seguir, os principais elementos que ajudam a explicar esse contexto:

Base aliada e capilaridade política
Elmano inicia o ano pré-eleitoral com uma base governista ampla e bem distribuída pelo estado. O apoio majoritário de prefeitos, vereadores e deputados estaduais garante capilaridade política e presença nos municípios, fator decisivo em campanhas de alcance estadual. Essa estrutura facilita a mobilização, a comunicação política e a defesa do projeto de continuidade administrativa.

Alinhamento com lideranças nacionais e estaduais
Outro ponto central é o alinhamento político com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o ministro da Educação, Camilo Santana. Ambos exercem forte influência no Ceará e são referências consolidadas para o eleitorado local. A sintonia entre os governos federal e estadual fortalece a narrativa de parceria institucional e amplia a capacidade de articulação política de Elmano.

Gestão e agenda de entregas
Na condução do governo, Elmano tem buscado destacar ações em áreas estratégicas, como saúde, educação e infraestrutura. A ampliação de escolas em tempo integral, investimentos em segurança hídrica e obras estruturantes fazem parte do discurso de gestão e servem como vitrine administrativa para o projeto de continuidade.

Oposição fragmentada
Enquanto o campo governista apresenta unidade em torno do atual governador, a oposição ainda enfrenta dificuldades para consolidar um nome competitivo e construir alianças amplas. Lideranças tradicionais são citadas como possíveis candidaturas, mas ainda esbarram em desafios como articulação política, formação de coligações e definição de estratégia comum. Essa fragmentação acaba, na prática, favorecendo o governador.

Em síntese, o quadro político atual indica que Elmano de Freitas entra no ciclo eleitoral em posição confortável, sustentado por alianças sólidas, respaldo político e uma narrativa de continuidade administrativa. No entanto, como todo processo eleitoral, o cenário permanece dinâmico e sujeito a mudanças ao longo do tempo.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Após adiamento, Caixa realizou sorteio da Mega da Virada em 1º de janeiro

Após adiar o sorteio da Mega da Virada, a Caixa Econômica Federal anunciou os números premiados na manhã do dia 1º de janeiro.
A decisão de suspender temporariamente os sorteios das loterias, incluindo a tradicional Mega da Virada, gerou repercussão e polêmica. Segundo a Caixa, o adiamento ocorreu devido a problemas técnicos identificados poucas horas antes da extração dos números.
De acordo com o banco, foi necessária a realização de ajustes operacionais para garantir a integridade do sorteio. O comunicado oficial sobre o atraso só foi divulgado cerca de uma hora após o horário inicialmente previsto.

O principal motivo do adiamento foi a necessidade de processar o elevado número de apostas realizadas nas últimas horas. Todas precisavam estar devidamente registradas no sistema da Caixa antes da realização do sorteio.
A Mega-Sena da Virada, que estava programada para acontecer às 22h da terça-feira (31/12), foi remarcada para a manhã de 1º de janeiro de 2026, às 10h.

Novos milionários!
Seis apostas vão dividir o prêmio de R$ 1,09 bilhão da Mega da Virada, o maior da história da loteria. Cada ganhador receberá aproximadamente R$ 182 milhões.
As apostas vencedoras foram registradas em João Pessoa (PB), Ponta Porã (MS) e Franco da Rocha (SP), além de três realizadas pelo site ou aplicativo Loterias Caixa, cujas localidades não foram divulgadas.
Além do prêmio principal, 3.921 apostas acertaram a quina e vão receber R$ 11.931,42 cada. Já os 308.315 ganhadores da quadra levarão R$ 216,76 cada.
As dezenas sorteadas foram: 09 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59.