O Dep. Missias do MST (PT-CE) expressou solidariedade a Luizianne Lins e a todos da Flotilha Global Sumud detidos em missão humanitária que desde a noite do dia 1º de outubro. Foram várias mensagens a respeito da interceptação da Flotilha que estava em missão de ajuda humanitária a Gaza circulam na internet. A partir daquele momento, já ocorreram várias manifestações de solidariedade em apoio à deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) e aos demais ativistas.
A Flotilha Global Sumud, traduzido para o Árabe significa “resiliência”, era compostas por 45 embarcações civis de 40 nacionalidades com centenas de militantes pró-palestinos. Em uma delas, o “Grand Blue” que viajava a Dep. Luizianne Lins com 9 pessoas nesta “missão pacífica e não-violenta” que havia partido de Barcelona no início de setembro, levando água, comida e medicamentos destinados ao povo palestino.
A flotilha foi interceptada e sequestrada de forma violenta pelas forças armadas de Israel no dia 1º de outubro em águas internacionais, sendo a dep. Federal Luizianne Lins, eleita pelo povo cearense presa juntamente com todos os demais ativistas por 7 dias e depois deportados.
O Deputado Messias do MST (PT-CE), a bancada PeTista, os Movimentos Sociais e diversas entidades sociais e de classe prestam solidariedade a Luizianne Lins.
O Partido dos Trabalhadores publicou nota de solidariedade, o Deputado Messias do MST discursou na assembleia, expressando sua mais firme condenação ao sequestro da deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) e de todos os integrantes da Flotilha Global Sumud. A parlamentar eleita pelo povo do Ceará, estava a bordo como expressão do compromisso do PT com a causa humanitária, pela democracia, liberdade, justiça e paz. Junto a ela, vários ativistas de diversas nacionalidades que partilhavam o mesmo ideal: de romper o cerco, denunciar o apartheid e afirmar que a solidariedade internacional não pode ser criminalizada.
Diversos parlamentares, lideranças de movimentos sociais e entidades também manifestaram solidariedade à deputada federal e ex-prefeita de Fortaleza e a iniciativa internacional, formada por cerca de 40 embarcações e mais de 500 voluntários e ativistas, dentre elas: A Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (FETAMCE); a Pastoral da Juventude do Meio Popular Regional NE1 Ceará (PMJP do Ceará); o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); a União Nacional dos Estudantes (UNE) e por movimentos populares que já realizaram e agendados diversos atos em todo o Brasil em defesa do povo palestino e contra o Genocídio.
Luizianne terá grande recepção quando chegar ao Ceará
Conforme declarou a vereadora Adriana Almeida (PT-CE), o diretório cearense do PT prepara uma “grande recepção” para Luizianne. “Ela cumpriu uma grande missão e é isso que a gente tem que passar para o povo. Ela conseguiu mostrar o verdadeiro genocídio que está ocorrendo com o povo palestino”, afirmou a vereadora.
Detida em Israel e deportada, Luizianne Lins chegou hoje ao Brasil e concedeu coletiva à imprensa.
Detida por dias em Israel e deportada, a deputada Luizianne Lins chegou hoje ao Brasil e concedeu coletiva à imprensa. A parlamentar junto com a delegação brasileira que participaram da Flotilha humanitária, foram deportados para a Jordânia no dia (7/10) e chegaram a São Paulo hoje (9/10) onde concederam entrevista coletiva à imprensa.
Em vídeo publicado nas redes sociais, a parlamentar declarou ter sido “sequestrada em águas internacionais” de ter “sentido na pele o que o exército de Israel é capaz de fazer” e que “Foram muitas violações, foi muita truculência, foi uma situação muito difícil e que com toda a dificuldade que lidaram nesses dias não tem nada comparado com mais de 10 mil palestinos presos, dentre eles 400 crianças”, afirmou a deputada.
O governo do Brasil classificou a ação de Israel contra a Flotilha como uma “interceptação ilegal e a detenção arbitrária”. “Tendo em vista o caráter pacífico e com o objetivo de realizar entrega de alimentos, remédios e de ajuda humanitária à Faixa de Gaza, que a interceptação da Flotilha por forças israelenses constitui grave violação ao direito internacional”, frisou em nota publicada no último dia 2 de outubro.


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